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terça-feira, 15 de junho de 2010



HORIZONTE EXPANDIDO

“Um encontro com a geração que am

pliou os limites da arte contemporânea e construiu novas possibilidades de contato entre arte e público.” (Santander Cultural, 2010).


CHRIS BURDEN

  • Nasceu em 1946 em Boston nos Estados Unidos.
  • Anos 1970: série de ações onde utilizou o próprio corpo como instrumento de trabalho e comunicação. Essas práticas que vão ao extremo e de caráter muito radical que busca questionar práticas sociais e tabus ligados a cultura contemporânea. Essas práticas, muitas vezes, ele utilizava de grande violência sobre o próprio corpo. Sua primeira apresentação pública foi em 1971.

"SHOOT" , VÍDEO DE 1971.

  • Um dos protagonistas do movimento da Body Arte (conhecida também como a arte do corpo, que assim como Burden utiliza o corpo como suporte ou meio de expressão).

  • Nos anos 1980, o artista abordou a questão da comunicação em massa através do rádio e da televisão. Aqui, a violência era menor, mas ele utilizava seu corpo como forma de expressão.

  • Anos 1990: preferiu realizar instalações as quais lhe permitiam relacionar-se diretamente com o lugar onde elas se encontram. (ex.: La Tour des Trois-Museaux).



"A fim de comunicar suas idéias malucas, Burden - adepto da body-art e da opinião de que um tirinho não dói - já se viu crucificado em um fusca, ou com o braço rasgado por uma bala. Em Doomed se propôs a ficar imóvel sob uma placa de vidro e ao lado de um relógio - renunciando a posição de artista e assumindo a de obra - até que alguém ousasse interagir, quebrando o estigma de sacro do "objeto-arte". Bem, ele esperou por dois dias até que um segurança colocasse uma jarra de água ao lado dele, encerrando a coisa toda." (http://isabellagodinhoarq.blogspot.com/2009/10/inhotim.html, ÚLTIMO ACESSO EM 15/06/2010)




"Uma nova obra do cara foi inaugurada no Inhotim, Beam Drop, um monte de vigas de madeira gigantes, soltas de uma altura de 45 metros em cimento fresco, criando um emaranhado de linhas randômico e colossal" (http://isabellagodinhoarq.blogspot.com/2009/10/inhotim.html, ÚLTIMO ACESSO EM 15/06/2010)




Referêcias:
http://www.infopedia.pt/$chris-burden> (último acesso em 14/06/2010)



terça-feira, 23 de março de 2010

As manifestações e seus meios




Por onde quer que andemos pela cidade nos deparamos com manifestações públicas: cartazes de festas, convocatórias de movimentos sociais independentes ou até mesmo grafismos sem aparente compreensão. O mesmo ocorre em espaços internos coletivos, como banheiros de qualquer procedência, desde bares até universidades.



É uma necessidade humana se expressar; seja cantando, escrevendo, pintando...ainda mais em uma era onde a comunicação é instantânea e a informação descartável. Então como trabalhar isso em um espaço efervescente como a escola?


Muitos jovens buscam através de manifestações visuais o seu espaço tanto na escola quanto na própria sociedade, ansiando reconhecimento e respeito através destes atos.



manifestações no Instituto Estadual Gema Angelina Belia - Zona Leste/Porto Alegre


E como controlar isto? Seria função das instituições de ensino não reprimir, mas discutir o tema? Acredito que a ajuda dos professores de diversas áreas possa buscar meios de atingir positivamente estes jovens e incentivá-los a desenvolver outras formas de se expressar.



vista panorâmica do mutirão feito pelos alunos - Instituto Estadual Gema Angelina Belia

alternativa tomada pela escola para diminuir as pichações


Para tanto, é necessário empenho e claro, informação. Não podemos abordar temas que sejam desconhecidos por nós, mas nunca é tarde para pesquisar e aprofundar conhecimentos. Não devemos nos adaptar totalmente ao aluno, mas sim entendê-lo e sobretudo compreendê-lo.